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     A Poesia Que Me Cala




    A POESIA QUE ME CALA
     


    POESIA CONCEITUAL

     

    O teclado me é estranho

    teclo apenas delete.

    Não lembro mais do ctrl alt

    As redes sociais me fazem universal...


    Perdi uma de minhas escritas,

    e assim, ando longínquo das palavras.

    Forjei poesias!

    apropriei do significado “arte conceitual”


    Mais do que isso,

    Busco conceituar meu significado.

    Não em 140 caracteres...

    nem em Duchamp ou Lygia Clark



    Escrito por Rodrigo Franco às 22h20
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    O VIAJANTE

    Nunca vi o mangue,

    nem conheço a catinga

    Quase fui ao cerrado

    Só adentrei Mata Atlântica.


    Não me perdi no deserto,

    nem gosto de neve senti.

    Escalo Serra da Mantiqueira!

    dos Alpes apenas ouço


    A globalização me faz viajar a novos lugares...

    Faço um embarque no Street View®

    Sou um viajante digital,

    e um caipira real!



    Escrito por Rodrigo Franco às 15h08
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    FINALMENTE

    O cansaço chegou esta noite

    De mansinho veio até cá,

    Uma aula me é exposta,

    Qual aposta vai vingar?


    O som das pessoas ecoam no ambiente,

    e quantas coisas ficam a falar.

    Sinto sua falta!

    Delicadeza sempre faz bem!


    Qual a resposta que cala o aflito?

    E qual a dinâmica que danifica o autor?

    Sonhe e solte,

    sole e sorria!


    A cadeira da cadeia alimentar,

    alimenta os sonhos de quem escreve...

    Novas frases se eternizam,

    Por um momento, ou pouco mais!


    Passei, tracei, discuti e divulguei.

    Os olhos sem sorriso,

    mensuram a solidão!



    Escrito por Rodrigo Franco às 08h49
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